sexta-feira, 19 de outubro de 2012

VERDADES BÍBLICAS CONFIRMADAS PELA CIÊNCIA


VERDADES BÍBLICAS CONFIRMADAS PELA CIÊNCIA


A Bíblia não é um livro-texto científico. Seu objetivo não é explicar os fenômenos da natureza, mas, revelar o propósito de Deus ao homem. Entretanto, a Bíblia supera todos os outros livros “sagrados” quando compara-se suas afirmações referentes à natureza com às dos demais livros, e as descobertas da verdadeira ciência.
Algumas afirmações da Bíblia, a ciência só conseguiu comprovar depois de milhares de anos; no livro de Jó, o primeiro livro da Bíblia a ser escrito, fala que a Terra é redonda (Jó 1.7). Os europeus, quando se puseram a navegar no Atlântico, eles acreditavam que a Terra era uma grande superfície plana, e que a qualquer momento seus navios poderiam chegar ao limite dessa superfície e cair, hoje sabemos cientificamente que a Terra tem uma forma esférica, isto é, redonda.
Atualmente os cientistas chamam de Tsunami, um terremoto que acontece nas águas, provocado por uma ruptura no solo submerso aos oceanos, que se abre deixando uma grande quantidade de água das profundezas da Terra sair, alterando o nível de água dos oceanos e provocando grandes ondas. Ora, um fato semelhante aconteceu no relato, no relato bíblico do dilúvio, quando a Bíblia diz que: “[...] romperam-se as fontes do grande abismo [...]” (Gn 7. 11). E as águas inundaram a Terra. Como poderia Moisés a milhares de anos antes da ciência atual, saber destas coisas, se não pela revelação do criador? A ciência simplesmente confirmou o que a Bíblia já dizia.
A Bíblia diz que as profundezas da Terra fervem como panela (Jó 41.31); isto é uma verdade confirmada pela ciência.
Muitas afirmações da Bíblia a ciência já confirmou, outras ainda confirmará e algumas nunca poderá confirmar, porque não pode entendê-las porque são segredos de Deus (Deuteronômio 29.29)
A Bíblia é superior a todos os outros livros chamados de “sagrados”, pertencentes à religiões pagãs. As suas afirmações referentes aos fenômenos da natureza, feitas a milhares de anos, impressiona os cientistas atuais, que são obrigados admitir a inspiração divida na vida de seus escritores.
Essas afirmações sábias revelam a sabedoria do Deus Todo-Poderoso, que ditou a Bíblia, para que seus santos servos pudessem escrevê-la de forma impecável.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A VINDA DO ANTICRISTO


2 Tessalonicenses - Capítulo 2) Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; 8 - E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; 9 - A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, 10 - E com todo o engano da inju
stiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. 11 - E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; 12 - Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade. 13 - Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do SENHOR, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade; 14 - Para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso SENHOR Jesus Cristo.



EXPLICAÇÃO:

Este texto fala a preparação para o governo do Anticristo, o apostolo Paulo diz que estar sendo aguardado apenas que seja tirado algo que o resiste( Igreja), virá fundamentado em mentiras e enganará o mundo sem Deus e alienado. As mentiras
 que o levará a governar o mundo(apocalipses 13.1-10), serão corroboradas por um falso profeta(apocalipses 13,11,12), que tentará se passar por Cristo, nesses dias e será um dos dez reis previstos por Daniel para o tempo do fim ( Daniel cap. 7). O proprio Cristo previu a vinda deste falso cristo quando diz aos Judeus: "Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis"( João 5. 43). Em grego o que parece uma dúvida em português "...se outro..." é uma afirmação. É bem difícil para " os sábios deste mundo" entenderem como irá acontecer todas estas coisas, eu porem vos digo, estar tudo muito claro, a criação do Estado de Israel em 1948 é uma das maiores evidencias de que logo sera erguido a besta de 10 cabeças e 10 chifres( um governo mundial sobre dez reinos). O sonho da criação de uma Nova Ordem Mundial, tão comentada atualmente entre os governos, inclusive o governo PT, é de fato o que se esta tratando neste pequeno texto, Mercosul, Liga Árabe, Federação Africana de Nações, União Européia, Bloco Comunista, ... Dez reinos.

PARALELISMO ENTRE TEOLOGIA E FILOSOFIA




PARALELISMO ENTRE TEOLOGIA E FILOSOFIA 



Este trabalho objetiva, por meio de um paralelismo, mostrar os pontos convergentes entre teologia e filosofia.
Nele é mostrada a relação íntima que existe entre ambas e meios utilizados tanto pela filosofia quanto pela teologia na busca da verdade.

MÉTODOS DE BUSCA DA VERDADE DA FILOSOFIA E DA TEOLOGIA

Teologia e filosofia são dois conhecimentos que mantêm uma íntima relação entre si, no que diz respeito à busca da verdade. A filosofia é discurso racional que pretende chegar à causa primária e determinar a relação entre a causa e seus efeitos.
Por estudar Deus e sua relação com o universo, a teologia torna-se superior à filosofia por partir da causa primária (Deus), para compreender a relação com o universo. Sendo um conhecimento racional aclarado pela fé, a teologia não ousa questionar a existência de Deus, porque a fé lhe proporciona este conhecimento, e sendo Deus o objeto de estudo, por fé não seria sábio questionar sua existência.

TEOLOGIA E FILOSOFIA BUSCAM A MESMA VERDADE

A ânsia que sempre os homens revelaram por uma divindade, mostra que de modo objetivo (teologia como ciência homem sobre Deus), a teologia é tão antiga quanto o próprio homem. No dizer de Voltaire: “Se Deus não existisse era necessário inventá-lo”. Explica a necessidade que o homem tem de Deus; esta necessidade é tão grande, que conforme a Bíblia, só os loucos ousam dizer: “Não há Deus” (Sl 14.1).  
Filosofia e teologia são faces de uma mesma busca pela verdade. Sendo o pensamento crítico da filosofia, ou seja, a interrogação sobre o que são as coisas; a atitude filosófica de indagar: o que? Como? e por que? A reflexão filosófica com suas perguntas: por que? O que? E para que? Isto é, o homem voltando o pensamento sobre si mesmo e perguntando sobre os motivos, sentidos e finalidade de seus pensamentos, ações, crenças etc. Todas estas questões filosóficas são antigas tanto quanto o homem.
Tales foi apenas o primeiro filósofo que a história registra, mas, sempre houve homens que fizeram estas perguntas, evidenciando assim o espírito filosófico, a avidez do homem pela verdade.
A teologia e a filosofia buscam a mesma coisa: conhecer a verdade. Embora diferem quanto a forma de buscá-la, pois a primeira usa a fé e a razão e a segunda somente a razão.
FILOSOFIA E TEOLOGIA TRATANDO DA VIDA MORAL DO HOMEM

Ambas se identificam quando abordam a vida moral do homem, ensinando-o a controlar e dirigir sua vida de modo ético e sábio
A teologia e filosofia tornam-se ciências de contemplação do mundo dos homens cuja principal preocupação é conduzi-los à uma vida justa, sábia e feliz, ensinando-os o domínio sobre seus impulsos, desejos e paixões. Ensinando-os a amarem a Deus (ou verdade) sobre todas as coisas e, o próximo e a natureza, como a si mesmo.

ENSINAMENTO TEOLÓGICO SOBRE DEUS

A teologia nos ensina a amarmos a Deus (que é a verdade), sobre todas as coisas. “Conhecereis a verdade, disse Jesus Cristo, e ela vos libertará”.

ENSINAMENTO FILOSÓFICO SOBRE DEUS

A filosofia nos ensina a amarmos a verdade (que é Deus), sobre todas as coisas. “Fale sempre a verdade, dizia um filósofo, mesmo que ela esteja contra ti”.

TEOLOGIA E FILOSOFIA DISSOCIAÇÃO

A filosofia se separa da teologia quando ela (a filosofia) não só questiona, mas nega a existência de Deus através do ateísmo, materialismo etc. Quando questiona os valores absolutos da teologia, tornando-os relativos, como por exemplo: aprovando o homossexualismo, a traição no casamento...
Ensinando os homens serem moralistas sem  reconhecerem  o  Soberano
Deus, como se fosse possível, pois, a moral é inexplicável sem a autoridade de Deus e igualmente impraticável sem o seu auxílio.
Nem uma nação pode ser sábia e justa sem reconhecer a autoridade de Deus, dizia Platão.

CONCLUSÃO

A teologia como ciência objetiva e o conjunto das questões filosóficas que por meio das quais o homem busca insaciavelmente o Criador. Como ciência subjetiva, é a forma de Deus revelar a si mesmo aos homens.
A filosofia é uma ciência humana que tem por fim conhecer a verdade. Tanto a teologia quanto a filosofia têm a mesma fonte, Deus, à medida que ambas objetivam conhecer o Criador.
Nesta relação entre teologia e filosofia, em muitos casos a filosofia pergunta e a teologia responde, ou seja, a teologia torna-se respostas de Deus às investigações filosóficas.

ANEXO A – A importância da teologia

A importância da teologia está no fato de que ela sistematiza e organiza as indispensáveis doutrinas cristãs. Sem conhecimento teológico a religião perde o seu sentido, torna-se infrutífera e leva o homem ao fanatismo; o que é um grande mal, o que adianta ser altamente religioso e ignorar o sentimento do próximo?
A teologia torna-se indispensável na prática da vida cristã, por ser ela o conhecimento de Deus, é necessária ao cristão. Sem a qual não se pode ensinar e evangelizar de forma eficaz, nem tão pouco traduzir a fé em ação.
A religião sendo a prática do conhecimento teológico, pode tornar-se um mal para o homem, se a mesma deturpar o ensinamento bíblico. A boa teologia é aquela que busca esclarecer as doutrinas bíblicas sob a inspiração do Espírito Santo, e a boa religião é aquela que pratica o ensinamento bíblico. O conhecimento teológico sem a prática (sem a religião) é formalismo e a religião sem a teologia (sem conhecimento e educação teológica) leva ao fanatismo.
A teologia é necessária para que haja um bom relacionamento com Deus, e também para que possamos realizar um trabalho cristão (ensino, pregação, evangelização, etc.) de qualidade.